Visão “de fora” sobre a saída de Roth

Nosso correspondente corintiano contribui, depois de tempos, com uma análise sobre a campanha de Roth enquanto no Grêmio:

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Clássico é clássico…

…Essa é Uma das máximas do futebol, e que como tal, deve ser respeitada. Ontem por volta da meia-noite o técnico Celso Roth foi demitido do tricolor gaúcho após uma derrota no Gre-Nal que marcou as comemorações (e há motivos pros colorados comemorarem) do centenário do Internacional.

     A campanha de Roth no Grêmio, no geral, é provavelmente a melhor de sua carreira, com um aproveitamento de quase 65%, tendo disputado um total de 234 pontos, e conquistado 152 destes, entre jogos do Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa (Santander) Libertadores da América. Aproveitamento como este na carreira de Roth, só com o Atlético Mineiro em 2003, quando o Galo acabou na 6ª colocação do Campeonato Brasileiro.

     O Grêmio com Celso Roth foi desclassificado do “Gauchão” de 2008 pelo Juventude e desclassificado prematuramente da Copa do Brasil pelo Atlético Goianiense, mas não se pensava em demitir o técnico, até porque com um elenco tão inexpressivo como o que o Grêmio tinha, seria muita cara de pau colocar todo o peso da culpa nas costas de Roth.

     E foi aí que ele surpreendeu os gremistas, inicio o “Brasileirão” vencendo o São Paulo no Morumbi por 0 x 1, com gol do zagueiro Pereira, e ainda venceu o 1º turno do campeonato. Mas foi no Olímpico, com a derrota em casa pro 1 x 2 contra o Goiás, que se deixou de acreditar no time. E foi num Gre-Nal, onde o Internacional venceu o Grêmio por 4 x 1 no Beira-Rio, que o Grêmio deixou a ponta da tabela. Terminou como vice e foi pra Libertadores, até então tudo bem.

     Em 2009 o que se viu foi uma campanha penosa no “Gauchão”, que o técnico dizia não ser sua prioridade, e uma campanha até agora sofrível na Libertadores, onde o grupo do Grêmio, formado por Universidade do Chile, Aurora da Bolívia e Boyacá Chicó da Colômbia, é certamente o mais fácil de todos.

     Porém o mais grave, o erro que Roth não poderia ter cometido, foi perder quatro Gre-Nais seguidos. Há sete jogos, contando com o de ontem, que o Grêmio não consegue vencer o grande rival Internacional, e para isso não há diretoria ou torcida que agüentem, ainda mais com a pressão da mídia e o sarcasmo da torcida rival, que cantava alegremente: “Fica Celso Roth!”.

Clássico é clássico, e são os clássicos que marcam a história do futebol. 

     H.Scholz (Bonilha)

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4 respostas a Visão “de fora” sobre a saída de Roth

  1. tisee diz:

    Valeu Bonilha! Obrigada pela colaboração, estávamos com saudades. ahuehuaeh
    Pena que o Celso Roth não ficou =/ Deixará saudade na nação colorada…
    ahuheuaheuhe

  2. Tá louca, Tise??? Se gosta tanto assim do Roth, leva ele pro Internacional, oras bolas! kkkkkkkkkkkk Beijos, PP

  3. Henrique diz:

    Valeu…

    Vou me organizar pra conseguir, entre tcc, freela na agência e relacionamentos interpessoais relativamente saudáveis (leia-se namoro e amizades) não esquecer a paixão pela bola!

    Ah, a imagem do post é do site http://www.celsoroth.com.br, nada demais!

    Abraço pra todos

  4. Muito boa analise do texto, e com certeza o fato de só perder grenais colaborou muito para a queda( graças a Deus) do Roth, já foi tarde. valeu pessoal, abraços.
    Saudações do Gremista Fanático

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